Paraty a Estrada Real: A Química do Envelhecimento da Cachaça

Authors

  • Elias de Souza Monteriro Filho
  • Angélica Ramos da Luz
  • Raul Natale Junior
  • Miguel Ruiz
  • João Bosco Faria
  • Sinara München
  • Martha B. Adaime
  • Leinig Antonio Perazolli

DOI:

https://doi.org/10.46814/lajdv3n1-003

Keywords:

Paraty, História, Química, Cachaça, Envelhecimento

Abstract

Desde o desenvolvimento do Ciclo do Ouro, Paraty mostrou destaque na produção de cachaça, que era consumida tanto pelo mercado nacional quanto utilizada no escambo por escravos na África e por ouro nas minas, sendo transportada pela Estrada Real. O transporte era realizado em tonéis de carvalho para fora do país e em tonéis de madeiras nacionais para o mercado local. Com o tempo foi observado que cada tipo de madeira incorporava à cachaça odores e sabores diferenciados. Considerando que a cachaça é produzida da fermentação do caldo, diferente do Rum, que é produzido da fermentação do melaço, e que o envelhecimento em diferentes tipos de madeiras adicionavam características sensoriais e químicas específicas, permitiu estabelecer a Cachaça como um produto genuínamente Brasileiro.

Published

2021-02-25

How to Cite

MONTERIRO FILHO, E. de S. .; LUZ, A. R. da .; NATALE JUNIOR, R. .; RUIZ, M. .; FARIA, J. B. .; MÜNCHEN, S. .; ADAIME, M. B. .; PERAZOLLI, L. A. . Paraty a Estrada Real: A Química do Envelhecimento da Cachaça. Latin American Journal of Development, [S. l.], v. 3, n. 1, p. 25–36, 2021. DOI: 10.46814/lajdv3n1-003. Disponível em: https://latinamericanpublicacoes.com.br/ojs/index.php/jdev/article/view/171. Acesso em: 16 jan. 2022.