O renascer do prazer afectivo aos 83 anos com Alzheimer. Um olhar de dentro para fora!

Authors

  • Gélci Nogueira

DOI:

https://doi.org/10.46919/archv2n1-002

Keywords:

Prazer, Alzheimer, função afectiva, mudanças, reintegração familiar

Abstract

Este trabalho demonstra como uma Doente de Alzheimer (DA), redescobre os sentimentos de prazer, partilhando em família. Objectiva identificar as falhas profissionais ocorridas antes e depois do diagnóstico médico, confirmar DA. O método é pesquisa-acção, segundo Valentim (2008), focada na modificação, baseado em um estudo de caso, concretizado in loco. Foram realizadas sessões com Terapias Corporais (Lowen,1985), complementadas com actividades Geriátricas e Nutricionais. Observações e intervenções diárias, com seis horas de duração, cinco dias por semana, por dois anos e meio. Participou desse estudo, idosa, 83 anos com DA a 7 anos, sofrera um AVC. Segundo I.P. (2005), a DA afecta 8 a 15% da população acima de 65 anos, existe no mundo 17 a 25% de pessoas, que representa 70% do conjunto das doenças que afectam idosos. Através desse estudo e das técnicas psicoterápicas, centradas na afectividade, pude perceber as mudanças geradas nessa idosa, envolvendo seu entorno familiar com afecto saudável. Traços obsessivos, queixas generalizadas, segundo Cury (2004), sintomas depressivos: insónia, sudorese, tensões baixa e colesterol alto. Recordações traumáticas. O embasamento teórico-pratico centraliza-se na Teoria Bioenergética, focando a influência e efeitos dos sentimento que mobilizam corpo e mente.

Published

2021-01-20

How to Cite

NOGUEIRA, G. . O renascer do prazer afectivo aos 83 anos com Alzheimer. Um olhar de dentro para fora!. Archives of Health, v. 2, n. 1, p. 10-19, 20 Jan. 2021.